A cortina é parte indispensável da decoração. Ela protege o ambiente da luz do sol, traz privacidade, aconchego e até aquece a casa nos dias frios. Mas para escolher a cortina ideal é importante prestar atenção na sua altura, cor, tecido, modelo e instalação e nos detalhes. Vamos dar seis dicas para você acertar na sua escolha.

cortina perfeita



Altura da cortina

Cada projeto de cortina é personalizado e depende do formato e do tamanho da janela, mas, de maneira geral, o tecido deve ultrapassar pelo menos 20 centímetros para cada lado. Caso a janela seja mediana e não vá até o chão, a regra pode ser mantida somente para a parte de baixo. Mesmo com a janela média, a pessoa pode deixar a cortina até o chão. Já a escolha entre ficar rente ao piso ou arrastando no chão é guiada pelo modelo, pelo tecido e pelo local, já que a cortina não pode atrapalhar a passagem nem sobrepor móveis.

Cor da cortina

Não existem regras para definir uma cor de cortina. Geralmente, a peça de decoração não deve se destacar, a não ser que esta seja a intenção do projeto. Em um ambiente clean, com móveis brancos, um xale vermelho pode ficar muito bonito. É importante prestar atenção nas cores que estão presentes no restante da decoração e, na dúvida, sempre preferir uma cor neutra. Alguns prédios até restringem as cores e pedem que os moradores utilizem somente cortinas brancas ou beges nas janelas da fachada, para não interferir no visual do condomínio como um todo.

Tecido da cortina

A escolha do tipo de tecido depende da função da cortina. Quando o objetivo for escurecer o ambiente ou dar mais privacidade, o ideal é utilizar uma veneziana ou um blackout, um tipo de tecido que bloqueia a luminosidade e também pode servir como forro para uma cortina mais leve. A mescla de xales com persianas também cria um efeito personalizado. Saber como o tecido se comporta ajuda na escolha. Os linhos naturais têm um bom caimento, já os veludos são mais estruturados e podem não ser práticos em uma cortina grande.

Modelo da cortina

Existem diversos modelos de cortina disponíveis no mercado. A cortina wave, por exemplo, tem um efeito de onda. Também existem os modelos de cortinas franzidas e as versões com pregas: cortina prega macho, cortina prega fêmea e a cortina prega americana. Elas podem ser fixadas em trilhos ou argolas, controlando o volume da cortina e ainda deixando a peça mais elegante.

Instalação da cortina

O tipo de instalação depende da existência de um cortineiro, um espaço no gesso dedicado ao encaixe do trilho da cortina sem que fique visível. Neste caso, é usado o trilho regular ou suíço, que pode ser fixado tanto na parede quanto no teto. Em um ambiente sem cortineiro, pode ser utilizado o varão normal ou o varão suíço. O varão suíço também permite a instalação de um mecanismo para abrir e fechar a cortina, o que facilita muito no dia a dia.

Detalhes da cortina

Para finalizar a escolha de uma cortina, podem ser inseridos alguns detalhes para incrementar o visual. A toma é uma dobra tripla na altura do barrado que pode fazer a divisão entre dois tecidos diferentes. O barrado normal é apenas uma dobra interna da parte de baixo do tecido, mas ele pode ser elaborado com um tecido diferente, na altura da preferência do cliente preferir ou pode até não existir. Para marcar o barrado, pode ser utilizado um fio de seda chamado sutache ou um detalhe como o ponto palito, remetendo a peças artesanais. Já o xale é um complemento fixo que fica em um ou nos dois lados emoldurando a cortina. Aplicada ao xale, a chamada grega é como um barrado lateral, vertical, que pode ser feito em outro tecido. Para finalizar, um último detalhe pode ser um pingente, decorativo ou com a função de amarrar o tecido.

 

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